Já faz um tempo que não falo palavras difíceis,
minha vida ficou mais fácil, simplifiquei meu vocabulário, larguei o dicionário,
Já não faço rimas, nem uso métrica, nem palavras abertas, apenas algumas poucas desconexas!
E esse soneto medieval, para muitos coisa banal, mas ninguém sabe, de Portugal, não foi Shakespeare, nem Cabral, foi Camões, bem ou mal, que o amor descreveu, e dele floresceu um sentimento natural.
Naufragando nas palavras, perdido nos dizeres, não sou um homem de muitos saberes, sei apenas o que me dizem, não sou letrado, estou mais para algo adestrado, não sou um cara alfabetizado!
P.S.: Adoro fazer isso, escrever aquilo que me vem a mente, escrever, simplesmente escrever!
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