Duas décadas, e o que eu tenho?
A melancolia de sempre, os versos de nunca, os amores incautos, a indecência dos desejos e a esperança mais sincera de que ninguém leia essa parte, em branco, obscura, no escuro mais claro.
Pernas próprias, porém a mesma dependência.
O que se leva em vinte anos?
Mesmo que só para mim, a terra completa um ciclo
Assim levo meus vinte anos, a cada passo, um sorriso, a cada história, uma gargalhada, a cada conto... Mil versos.
Vida, viva...
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