Quantas
histórias cabem no peito? Formosa, na casa de farinha, na luta pela água, pela
criação dos filhos, a vida mesmo que simples, honesta e cheia de alegrias.
Quantos sonhos cabem no peito? Ver os filhos de seus filhos criados. Quanto
amor cabe em 50 anos de casados? Da alegria de viver tantos momentos, dos mais
felizes aos mais tristes, são 50 anos, são bodas de ouro e existe nesse tempo
todo uma força que nos renova, que nos faz voltar os olhos ao passado e seguir
em frente, prontos para vivemos mais 50 anos juntos.
Enfim, por fim, escrito por mim.
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