O choro, o urro de oposição, o sorriso, a doce voz em contraponto.
A carne relaxa, o brilho dos olhos se apaga, a mão firme, já não mais afaga.
É dor, é pena, é alívio, é impaciência.
Já foi, já era, meus pêsames, é dor.
É você, sem você, sou eu!
Daria tudo, entre o meu nada, para trocar de fundo, cenário, e ter a visão do imaginário.
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